O Tribunal Europeu tem uma decis\u00e3o importante. Institui\u00e7\u00f5es da Igreja n\u00e3o podem demitir funcion\u00e1rios assim. Isso vale se os empregados saem da Igreja. A sa\u00edda sozinha n\u00e3o \u00e9 motivo suficiente.
Uma assistente social de Hessen processou. Ela trabalhava na Caritas. A Caritas ajuda mulheres gr\u00e1vidas. Em 2013, ela saiu da Igreja cat\u00f3lica. Ela n\u00e3o queria mais pagar o imposto da Igreja. O empregador a despediu em 2019.
Os ju\u00edzes em Luxemburgo dizem: Isso \u00e9 muitas vezes discrimina\u00e7\u00e3o. No time trabalhavam pessoas de outras Igrejas. A filia\u00e7\u00e3o n\u00e3o era vital para o trabalho. A Igreja n\u00e3o podia demitir a mulher pela sa\u00edda. O Tribunal Federal de Trabalho alem\u00e3o deve decidir o caso.